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sexta-feira, 29 de abril de 2011

Saladanada

 Eu vi uma poesia,
Feita com gosto,
Sabor e cheiro,
T inha nela um tempero,
Um gosto que  não se sabia,
Se era de amor,
Ou  se era de apego,
Era doce como pudim,
Parecia  uma salada,
Feita de letras douradas,
  Com  palavras  arrumada,
Uma  saladanada,
Com palavras fatiada,
Feito carne assada,
 E tinha  mdelo,
Era como mesa arrumada,
Pra jantar a luz de vela,
Me sentei  matei a sede ,
Comi sem fome,
Temperei minha vontade,
Degustei  poema ,
 Montei  sonhos em tela  inteira,
Com  estampadas colotidas,
Montei um tapete 
Fui cortando, fui juntando,
Os retalhos apaixonados,
Mas o ritual  era de  sopa,
Sem gosto e sem  cheiro,
 Na receita sem tempero,
Nem tinha sal , nem azedo,
O sabor que nela tinha,
Não vinha  do meu terreiro,
Lá em nós , até
O  galo quando canta,
Deixa gossto e tempero,
Como poema,
De poeta verdadeiro.



Desconfiada

Magestade a ti confeso,
Não sou fã da teoria,
Adoro escrever a revelia,
Escrevendo este poeminha,
Fiquei  meio desconfiada,
Faltou cumplicidade,
 Não senti  musicalidade,
É preciso sencibilidade,
Para um poema ensaiado,
Na certeza de encontrar aliado,
Vou me embrenhar nos arvoredos,
Buscar inspiraçao nas flores,
Firmar  parceiria com a natureza,
 Fazer  pacto com a amizade,
Mapear poetas nas cidades,
 Pedir ajuda aos santos,
Aos anjos e aos poetas,
Pra não parecer com pateta,
Só  Santa Rita de Cassia,
Pra  dá conta desse enrredo.



 


quinta-feira, 28 de abril de 2011

Serrista

Sou filha da terra,
Sou igual a Iemanjá,
Gosto de rosas,
Mas não sou do mar,
Sou da serra,
Onde tinha trapiá.
Foi na serra do doutor,
Na fogueira de são joão,
O lugar de me encantar,
Fazia advinhação,
Ia no prato se olhar,
Buscar na ilusão,
O noivo que ia casar ,
Subia na serra verde,
Como passaro a voar,
Vivia por lá ,
Esperando o noivo chegar,
Mas São João disse,
E são pedro confirmou ,
Pode esperar que seu noivo vai chegar,
Uma serrista,
Me diz quem  vai enjeitar!.
Danca forró, até o dia raiá,
Tem molejo no pé,
E onde você pensar ,
É só a sanfona tocar,
Pra seu corpo embalar
Na dança, até a gata miá.




quarta-feira, 27 de abril de 2011

DIA NACIONAL DA CAATINGA. -28 de Abril

Não sou conhecida por Maria
Nem também me chamo José.
Fui crescida no chão da alegria
E cultivada no estrume da fé!
Já concebi vários filhos
Sem nenhum chamar-se Jesus!
Sou agasalho... Sou ar... Luz...
Energia! Mas, vivo a sofrer
Sem ninguém a me perceber.
Sinto dor... Tenho a minha cor,
Mas não sou racista. Sou bonita,
Perdão, bela! E esquento sua panela!
Não sou Iracema; sou Jurema...
Pereiro... Marmeleiro... Cardeiro...
Catingueira... Pau D'Arco... Juazeiro...
Sou tudo de bom para você!
Sou cama... Sou mesa... Chama...
Sou seu assento... Seu buquê!
Mas, não consigo saber por quê
Você me maltrata... Você me mata!
Quando você se divorcia
Encontra logo outra mania!
Mas toda vez que me arranca
Esvazia toda minha família...
Eu sou caaringa você homem!
Sua evolução é a minha crucificação...
É o Sertão nú... É a devastação...
É a fragilidade da sua educação!

Gilberto Costa

Espera

Fui marcada por um sono\
Nesse instante sem acordar,
Nunca vi sono tão grande,
Que chega a maltratar,
Mas a teimosia tem veda,
Não ver o tempo passar,
Sinto a vida reclamar,
Dessa demora danada,
Minha vida é esperar.,
Mas não vejo tu chegar,
Ë assim mesmo?
Tu gosta de complicar?
 Ô coração doido
Que nao sabe separar?!
A teima é te esperar.

Uma fezinha

Fui na mesa de jogo te buscar,                                                 
Senti teus labios serenos,
Tua boca sufocar,
Em teus olhos teu encanto,
Teu jeitinho de embalar,
Nunca vi coisa tão loca,
Como o jogo de amar,
Sen sentir, sem ver, sem  ti,
Minha vida é murmurar,
Como barco a flutuar,
 Jogando laço de fita,
E um jeito de atracar,
Na ancora de uma rosa,
Te vejo desabrochar,
E assim te vou ganhar ,
Nesse jogo  de bilhar.

Poetando com Carlinhos do Bento: DENTRO DA POESIA

Poetando com Carlinhos do Bento: DENTRO DA POESIA: "Estou dentro de ti...estou sentindo Diga-me... estou mentindo ? Vc também está dentro de mim E é tão bom que seja assim ! Tudo ainda e..."

terça-feira, 26 de abril de 2011

O mineirador

O mineiro é um bateador!
Coisas de minerador,
Na bateia lava a palavra,
Enxuga as letras,
Extrai emoçao,
Faz do pensamento,
Na sua mansidão,
Do ouro sua ilusão,
Se enfia na superficie da alma,
Entra no subterraneo do corpo,
Descobre os veios do coraçao,
E devagar, devagarinho,
Vai abrindo escavaçoes,
Adentra nos porões dos desejos,
Arranca sonhos!
Sonhos refinados,
Que faz da vida um anel,
Um anel feito brilhante,
Um brilhante, um mineiro,
O mineiro a  céu aberto,
Vai removendo tristezas,
Camada por camada ,
Superando seus limites,
 Desenterrando crateras, Refazendo combustivel,
Que tambem  vira explosivo,
Gerando eletricidade,.
Nos braço da sua amada.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Bom dia

Bom dia céu,
Bom dia mar,
Bom dia tudo que há,
Entre o céu e o mar, 
Um bom dia especial, 
Aos amigos de lá,
E aos amigos de cá,
Um bom dia,
O ke ki  há! 
Um bom dia colorido,
Um bom dia iluminado,
Um bom dia floreado, 
Um bom dia apaixonado,
Um bom dia enluarado,
Um bom dia foi marcado,
Um bom dia ensolarado;
Para você!
Para todas as pessoas do meu lado,
No intinerário da semana agendado
É um bom dia desconvencionado,
É um bom dia desapegado,
E o passarinho sintiu-se amado.







domingo, 24 de abril de 2011

Sinal

Tudo pode ser um sinal,
Pode ser beliscando,
O sino da igreja tocando,
Um olho piscando,
Um lenço ascenando,
Uma foto mostrando,
Uma imagem acenando,
Uma poesia inventando,
Uma musica cantando,
Sua marca ficando,
Tudo pode ser um sinal,
Um silêncio guardando,
Um misterio escondendo,
Uma lagrima correndo,
Um sorriso vendendo,
Tudo pode ser um sinal,
De um grande amor nascendo.





Fuga

Fugi de mim,
Me escondi,
Me perdi...
Me escondendo avisei,
Avisando me encontrei, 
Me encontrando me achei,
 Me achando te encontrei.
Te encontrando aprontei, 
A prontando te embalei,
Embalando, te mimei,
Te mimando, te chamei,
Te chamando, avancei,
Avançando, te beijei,
Te beijando, te amei,
Te amando,me apaixonei,
Me apaixonando, me encantei,
Me encantando, gostei,
Te gostando,
  Te lembrando,
Te amando, viverei...





Agradeço

Agradeço o amor vivido,
Agradeço o amor infinito,
Agradeço por que pensaste em mim,
Agadeço quando sorrir pra mim,
Agradeço quando lembras de mim,
Agradeço por você existir,
Agradeço por dentro de mim,
Agradeço hoje
Agradeço por todo sempre,
Toda vez que sorrir,
Toda vez que chorar,
Toda vez que sonhar 
Toda vez que me amar.
Toda vez que me recolher e chorar,
Toda vez que me doar: agradeço!
Agradeço
A vida   por dignidade ,
A você por existir
A vida por que existo,
As estrelas piscando no alto,
As estrelas ao meu redor,
Agradeço
A lua, o sol ,
Agradeço todos os dias,
Pelos cantos dos passaros,
Pelas  amigas e amigos,
Agradeço
Pela chuva do dia,
Pelas conquistas ,
Pelos contos de fada,
Por todas as alegrias,
Agradeço minha vida todo dia,
Agradeço
Por que creio
Por que tenho esperança,
Por que luto,
Por que aprendo ,
Por que desisto,
Por que acredito,
Por que insisto,
Em amar o ser humano ,
Agradeço
Os minutos que vivi,
Vivendo intensamemte ,
Pela vida que trascende em minha mente ,
Por viver sempre,
Sempre viver este momento.
Agradeço 
A certeza que  tudo é possivel ,
Que podemos sim 
Viver sem medo,
Sem pudor,
Com alegria,
Com harmonia,
Louvar o amor..










































O ovo dourado



Autor: Aiko(8 anos) Guarabira/Currais Novos 24/04/2011

O  ovo  dourado

Um belo dia  o  menino  estava   passeando   na   praia  achou   um  ovo,  mas  ele   não   sabia   que   era   ovo   de  dinossauro  ou   de   dragão  e   ele  levou  o ovo  para  casa e  botou  ele  na  água  e  viu  que  era   um ovo  dourado  e   ele   ficou  olhando  o   dia todo,  e então  ele   botou  o ovo  em um   canto  bem   quente para ele chocar, e depois de um ano ele tinha chocado foi  então que o menino descobriu que era um ovo de dinossauro e o menino deu comida para ele comer , depois de um mês  ele foi crescendo e foi crescendo e foi crescendo, o menino foi esconder ele na floresta e quando ele chegou os caçadores pegaram ele e fizeram dele um escravo e levaram ele para o quartel ate chegou a noite, então o menino foi pega-lo e levou para casa, mais o general seguiu o rastro e foi seguindo eles , quando começou a guerra o pai do menino era comandante e começou a mandar declarar guerra , o menino levou o dinossauro para floresta e fugiu , depois de doze anos eles estavam já com 22 anos e o dinossauro já estava grande,   o menino arranjou um trabalho de carregar tronco, mais ele ganhava um aumento porque o dinossauro quem carregava para ele, e aconteceu que uma vez ele carregou  uma dúzia de tronco e quando voltou estava tudo destruído,  então  o dinossauro e ele construiram tudo novamente.  Eles foram dormir e quando amanheceu o dia foram comer e ficaram vivinhos para sempre.

sábado, 23 de abril de 2011

Interagindo

Uma  esplicação,
Para a tal da  emoção,
Ela chega de mansinho,
Feito vento e vai levando,
Alguém sabe  dizer,
O que tá acontecendo?
Se é coisa de feitiço,
Ou é  pensamento contido?
Se eu continuar agindo,
Denuncio meu destino,
Não é preciso!
Quando vi o seu sorriso,
Fui logo me derretendo,
Com seu olhar vivo interagindo,
Não tem como dizer,
Como isso vem fluindo,.
É misterio viver,
E viver assim,
É como uma flor se abrindo,
Interagir nessa magia,
É o mesmo que  dançar,
Como beija-flor
Beijando.

Ao despertar do dia

Era quase meio dia,
Quando via e muito lia,
Via uma casinha branca,
Um cavalo e uma princesa,
Coisa de poesia,
Via flores muito belas,
Via a felicidade na tela,
Via um cavalo possante,
Vi a vida nessa tela,
Eu por dentro como vela,
 Muito  distante da tela ,
Via um caminho na alma,
Via  pés nele passando,
 Vaga-lume alumiando,
Eu  via tudo  distante,
Desse olhar aconchegante,
Na mesma tela que vi,
A minha casinha bastante,
Li coisas apaixonante ,
Acordei de um pesadelo,
Do destino verdadeiro,
Lendo o mundo derradeiro,
Li coisas de feiticeiro,
Li poemas o tempo inteiro,
Li o baralho da vida,
Li meu destino no lenço,
O desembaraço do tempo,
O  tempo que  trazia ,
 Nas cartas o rei que dizia,
A espada traz de volta,
A carta  que me dá sorte,
Nesse Jogo de ler  carta,
Do destino ou da sorte.
Vou grifando meu aporte.
Pra  ter nele  meu suporte,
Pra viver como na sorte.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

A vida como ele é

Tem  vida em preto e branco,
Tem vida como maré,
Tem vida sempre na ré,
A vida como ela é.

Tem vida como uma roda,
Tem vida girando em fé,
Tem vida como pelé,
A vida como ela é,

Tem vida como café.,
Tem vida que fica  quente,
Tem vida que esfria o pé,
A vida como ela é.

Tem vida que é vivida,
Tem vida que é sucumbida,
Tem vida que nem a vida,
Sabe a vida como é,

Tem vida de sedução,
Tem vida com emoção,
Tem vida que só o coração,
Sabe a vida como ela é!

Maria Bethânia - Falando Sério

Fluindo

Devagar sinto no peito,
Um dia quase perfeito,
Um amor quase pretexto,
Se fazendo por um texto,

Um texto quase refeito,
Esse amor é sem defeito,
Quando leio me deleito,
Com os escritos  rarefeito..

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Por um instante

Neste frio aveludado,
Gostoso e aconchegado,
Sinto seu calor de longe,
Feito estrela do horizonte ,

Pensei pegar com  a  mão,
No alcance do coração,
Teu calor de aspirante,
Mas o  tempo foi arrogante,
 
 Me vi como  erosão,
Totalmente no chão.
Levada pra  bem distante,
A pureza desse instante,

 O céu me deixou na mão,
Alvejada de emoção,
Assim como penitente,
Pedindo paninho quente.

Com o  frio da paixão,
Acreditando no alcorão,
Fui comprar no despachante,
Um cobertor bem alvejante,

Pensei amaciar o coração,
Como trem na estação,
Essperei  mui perseverante,
Abrigo pra um amor delirante.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Poetando com Carlinhos do Bento: MADEIRA

Poetando com Carlinhos do Bento: MADEIRA: "De repente vc surge Como vinda do nada Parece até que sabias Que eras esperada. Vens de branco Elegante e envolvente Chamas-me de cha..."

terça-feira, 19 de abril de 2011

A dupla

Os pingos,
Apenas pingos,
Viraram gotinhas,
Uma a uma
Uma a uma
Uma a uma
Alagaram meu corpo
Empoçaram minha alma,
Uma a uma
Uma a uma
Uma a uma
Se tornaram meu lago,
Uma a uma
Uma a uma
Uma a uma
Inofencivos pingos,
Eram apenas pingos inofencivos,
Pequeninas  gotas,
Gotejaram em mim,,
Formaram uma poça,
Que o rio endoça,
Alagram meu coração,
Encheram de saudade
Um mar  de emoçao,
Uma a uma
Uma a uma
Uma a uma
virou lama toda razão,
Inofenciva, pequeninas,
Uma a uma
Uma a uma
Uma a uma
Meus pingos de afeto.
Inundou meu deserto,,
AFOGARAM MEU SER,
UMA BELA DUPLA,
OS PINGOS E OS ZIZ
EU E VOCÊ..
Como uma enchente
Pingos de alma,
Uma a uma 
Uma a uma
Uma a uma
Sangrou  a barragem de amor ,

criou um caminho que  leva  meu riiacho até  vc!!!                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                     

Poetando com Carlinhos do Bento: DESTINO

Poetando com Carlinhos do Bento: DESTINO: "Acho que irei para o Sul Pois está mais azul Não, irei para o norte Acho que terei mais sorte. Talvez eu vá para o Leste No verão E n..."

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Comunicação

Sairam de mim as palavras, se esconderam em algum lugar,  vou catar uma a uma ,ver no que vai dá, não tem jeito, elas se foram pra dentro de mim, se amontoaram em algum lugar, e  não sei onde estão, eu preciso tanto de voces palavrinhas! voltem, voltem, sem vocês fico sem graça, minha vida vira uma graça sem alegria. Se soltem e voltem,  preciso de ti princesinhas , para viver intensamente todos os momentos, sem cansaço, sem temor, livre como vocês! onde estiverem palavras minhas, não me deixem só,  você que me possui, possuida estarei com você a meu lado. Uma palavra só não basta, basta saber que sem a palavra, sou  cem vezes  mais. muito mais sem  a palavra...

domingo, 17 de abril de 2011

TRAVESSIA HUMANA: A palavra: a musa do texto poético

TRAVESSIA HUMANA: A palavra: a musa do texto poético: "(Vista de Natal/RN) A linguagem e a vida são uma coisa só (...). E o idioma é a única porta para o infinito. Meditando sobre a pala..."

Era você

Encontrei a saudade rondando meu quarto, quando de repente aparece um sinal de vida, Deus do céu, só via seu sorriso, sua aparição trazia meu coração lá de dentro,  fervilhando só em saber que você existe, uma existência que não consigo alcançar, só de olhar me palpita as emoções mais fortes desse ser inexistente, pretendente, diferente, cem palavras não decifra teu olhar.
Tem que ser assim? o mundo joga o vento pra nos abanar e se vai sem agente perceber! Seria mais facil se tu fosse uma  taça de vinho, te beberia sem sede, não me fartava do seu gosto, mas ficaria com o sabor nos labios.

Geraldo Vandré - Pra não dizer que não falei das flores

Poetando com Carlinhos do Bento: AUSENCIA

Poetando com Carlinhos do Bento: AUSENCIA: "De repente Me sinto carente Pequenino Menino. Onde vc está ? Por que não vens me abraçar ? Me acalentar ? Me ninar ? Ando pra lá e pra cá ..."

Sitonia

É tudo que me move neste dia!
A sitonizada  da gente,
Cheia de pingos de alma,
Esborrotando harmonia,
Feito com  ritmo  contente,
Pensamentos, pensamentos!
Se desmancha como laço de fita,
De festa de casamento,
Derepente vem pra mim,
Um presente combinado,
Enlaçado, atrelado,
Cheio de  influências,
Do distante aproximado,
Desse viver  inventado,
Que não é por caridade,
Muito menos vaidade ,
Vem de jeito convincente,
De embeber-se na gente,
Será influência da lua?
Do sol ?ou da bruxinha?
Será coincidência ,
Essa nossa valentia!
Será influência da experiêcia,
Será sitonia de poesia?
Tô ligada em voc radio ABC ,
De norte a sul,
No ABC do som,
O som pra poetizar,
Meu amanhecer.
Sem rima, sem musicalidade,
Cantando o que vem a ser,
O dito e  feito de poema,
Sem perceber,
A distância entre eu e vc.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Sonho andarilho

 Tentei pegar mas...
O sonho sai de dentro,
Se solta e se vai,
De mundo afora,
Viajante e nomade, retirante,
Dorme de perna pro ar,
Cansa, e cansa a alma,
Doi , doi até machucar,
Ningém pega ninguëm ver,
Mas quando ele pega agente ,
Quer nos matar de sofrer,
Quando nao sai do lugar,
Quero que meu sonho,
Tenha sonho e sonho solto,
Maroto,
Agarrado na pontinha do dedo,
Escorregando do medo,
Do sonho pelo avesso.
Desiludido,
Desse pingo de amor,
Quase  imperfeito.
Já não irás tão sozinho,
Sonho meu,
Há de ficar comigo,
Uma saudade  nua,
Vestida da alegria tua,
De amor nomade,
Que se vai e vem!
Nas lembrnaças minhas,
E amanhã quando a luz do sol dourado acordar,
Vai com ele,
Nessa estrada sem fim, 
Deserta, imensa  nua e crua.
Aqui te espero,
Como a lua na frouxura  claridade,
Pra me fartar do pensamento
Da saudade á vaidade.
Num sonho quase  acordado.
Enfeitiçado, sem trevalia.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Muito love

Não sou poetiza,
E nem escritora,
Eu junto palavras,
Que arranco,
Do fundo da alma,
Totalmente apaixonada,
Fumaçando feito chaminé,
Queimando feito balão,
No quintal da fantasia,
Na horizontalidade do dia,
Me embriago,
Nesse seu olho moreno,
De    olhar sereno,
Feito  de brilho menino!

Caminhante

Sem saber o lugar certo,
No labirinto do dia,
Procuarando a liberdade,
Era tudo que eu queria,
Procurei na caixa velha,
Que  poeira muito tinha,
Me deu logo alergia,
Eu queria ver,
O que danado lá tinha.
Encontrei  lá no fundo,
Advinha!
Era un negocio profundo,
Que pra mim tinha sentido,
No labirinto embarquei,
Em pouco tempo encontrei...
Li o cidadao do mundo,
Auta de Souza,
E ainda, Militana,
Zila Mamede a  paraibana,
Nizia Floresta a potiguariana,
Ainda li,
A mulher, na fase dos 40...
E fogo!! nimguém aguenta!
Foi aí que esbarrei,
Na porta da liberdade,
Bebi da agua dos deuses,
E respirei,
Haja folego,
Pra mergulhar nas aguas
Que explodia,
Das larvas,
Do coracao,
Esculpindo  poesia,
O caminho ...
Feito em rima,
Na cultura popular,
Nos livrinhos de cordel.
Jogados...
Lá no fundo,
No meu quarto de papel.






Desmanche

Andando no corredor ds vida,
Um aviso encontrei,
Era uma amiga temente,
Muito alegre e sorrindente,
Com  magia e alegria ,
Logo me dizia:
Desmanche, desmonte e acerte,
Espero que Deus me dê sorte,
Olhando assim de lado,
Vejo uma oficina de carro,
Poupando sabedoria,
Pena que me parece,
A oficina que a vizinha,
Apontado a travessia,
Via de longe com agonia,
O lugar que eu vivia,
Uma tragédia em via,
Parecia um desmonte,
Na oficina  do desmanche,
De carro roubado,
Todo dia.

Curva

Com A escrevo amor!
Com E confirmo,
Com I invento,
Com O olho meu redor!
Com U risco a curva,
Curva ,
Que me leva a esse amor,
Amor que rabisquei,
 Inventei e  desenhei,
Esse amor que circula,
Nas curvas da vida!
Curva, que me curva.
A seu amor também!

OS PINGOS E OS ZIZ! Cidadania poética: Marcas

OS PINGOS E OS ZIZ! Cidadania poética: Marcas: "Terra minha que me tem,Minha vida é pisar nela,Ela que vai me levando, E meu rastro desenhando,Nesse vai e vem, Nosso amor ..."

Convite

Não tem rima que defina,
O que  diz  a minha terra!
Nem calor ,
Que esquente tanto,
Como  lá na minha serra!
È por isto que convido ,
Você  minha paixão !
Vir pra cá de mala e cuia,
Passear pela caverna,
Por lá nosso amor encerra,
A agenda definida,
Sobre a paixão reprimida,
No passeio da caravela.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Entrega

Essa magia meu olhar te entrega
E assim um encontro perfeito
Entre o seu e meu peito
Entregamo-nos por inteiro.


O beijo e a flor

Tem um jardim cheio de lirios,
 Cheirando ao redor mim,
Chorando de amor,
Alimento do meu beija-flor,
Meu Beija-flor que pousou,
Beijou,   beijou e voou,
Com toda calma e firmeza,
Voou  mais logo voltou,
 Seu beijo era  suave e gentil,
Era um beijo   profundo,
Ma nem todo beijo se funde,
Tem beijo de beija-flor,
Tem beijo que encantou,
Tem beijo que não rolou ,
Tem beijo que apaixonou,
Tem beijo de toda cor,
Que nos diga minha flor,

Mas;
Nem todos são iguais,
É preciso que misture,
Que desenvolva um estilo,
Seja ativo,
As mãos faz parte do beijo,
Se o beijo dê todo errado,
Veja que o beija flor,
Foi embora  mais voltou.
Afinal umedeça seus lábios.
O beijo de língua é famoso,
Disso sei.
Agora me diga!
Se o beija flor,
Desiste da flor de acácia .
Flores de Belém,
Bem, bem, bem.






terça-feira, 12 de abril de 2011

Sorriso tridente

Um sorriso é importante,quanto mais sendo tridente, teu sorriso tridente, tem força como gigante, quando olho e vejo os dente, esse sorriso cheio  parece um elefante, sopra de dentro igual um urro, tem o tamanho da emoção que invade coração, sua força de gigante destroi ponte, Um sorriso tridente, evidente que é valente, tem veneno de serpente, Tem gosto de melancia , mas tem cheiro de alegria, tamanha é a valentia, desafia imaginação igual sanção, Esse sorriso ágil parece que esta dizendo: psiuuu

Marcas

Terra minha que me tem,
Minha vida é pisar nela,
Ela que vai me levando,
E meu  rastro desenhando,
Nesse vai e vem,
 Nosso amor  vai se estreitando,
Seus mistérios bem escrito,
No jeito de ser, tão belo,
 Um deserto, meu celeleiro,
 Foi marcada minha infância,
As marcas  cravada nela.
Na geografia seu corpo,
Tem subida, tem decida,
 Tem deserto com  florido,
Tem mansidão a caatinga,
Tem coisa que nem estudo  revela.
As rochas que brotam dela,
Ali minha alma congela.
Me vendo no seu espelho,
 No peito a imagem  apela,
Uma  parte só tem ouro ,
Na outra  chellita tem,
Tem cascalho,
Tem brilhante,
Nessa rocha tudo tem.
Metade de mim ela tem,
A outra metade também,
Que desmancha feito relva,
Escapa de mim vira pedra,
E eu me desenhando convém,
Viver ruminando o cheiro dela.
 Me enlaça sem desdém,
No seu tapete amarelo,
Me lembro de cochilar,
Agarradinha com ela,
Estando noutro lugar,
Me vejo enroscada nela,
Feito abraço de amante,
Sem lugar e sem ter hora.





Nós

Eu e tu: A existência repartida,
Por duas almas, as  duas em uma,
Nós em vida , tu e eu:
Uma vida,
São duas vidas em uma,
Vida de dois , despercebida,
Vivendo como em pluma,
Essência úmida.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

A e i o u

Cinco letrinhas amiga,
Valente e extrovertida,
Pequenina e sorridente,
Vinham de outro lugar,
Resolveram numa festa se encontrar,
Chegaram pra abafar,
Começaram uma corrida,
Numa festa do lugar,
Ficaram rodopiando,
Feito roda sem rodar,
Não saiam do lugar,
Resolveram se misturar,
 Se encontraram de uma vez,
Chegaram sem se enrolar,
Começaram a conversar,
Se espalharam  uma a uma,
 Faziam tudo pra encantar,
Tinha som pra se escutar,
Vinha  ritmo pra dançar,
Tinha musica de ninar ,
Tinha pagode  e bolero
Tinha som na poesia,
Tudo fazia rimar.
As meninas a mostradinha,
Viviam pra enfeitar,
Traziam alegria no bolso,
Faziam a gente se amar ,
Se espalharam pelo mundo,
Fizeram estripulia ,
Pra nimguém desecantar,,,