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quinta-feira, 14 de abril de 2011

Muito love

Não sou poetiza,
E nem escritora,
Eu junto palavras,
Que arranco,
Do fundo da alma,
Totalmente apaixonada,
Fumaçando feito chaminé,
Queimando feito balão,
No quintal da fantasia,
Na horizontalidade do dia,
Me embriago,
Nesse seu olho moreno,
De    olhar sereno,
Feito  de brilho menino!

Caminhante

Sem saber o lugar certo,
No labirinto do dia,
Procuarando a liberdade,
Era tudo que eu queria,
Procurei na caixa velha,
Que  poeira muito tinha,
Me deu logo alergia,
Eu queria ver,
O que danado lá tinha.
Encontrei  lá no fundo,
Advinha!
Era un negocio profundo,
Que pra mim tinha sentido,
No labirinto embarquei,
Em pouco tempo encontrei...
Li o cidadao do mundo,
Auta de Souza,
E ainda, Militana,
Zila Mamede a  paraibana,
Nizia Floresta a potiguariana,
Ainda li,
A mulher, na fase dos 40...
E fogo!! nimguém aguenta!
Foi aí que esbarrei,
Na porta da liberdade,
Bebi da agua dos deuses,
E respirei,
Haja folego,
Pra mergulhar nas aguas
Que explodia,
Das larvas,
Do coracao,
Esculpindo  poesia,
O caminho ...
Feito em rima,
Na cultura popular,
Nos livrinhos de cordel.
Jogados...
Lá no fundo,
No meu quarto de papel.






Desmanche

Andando no corredor ds vida,
Um aviso encontrei,
Era uma amiga temente,
Muito alegre e sorrindente,
Com  magia e alegria ,
Logo me dizia:
Desmanche, desmonte e acerte,
Espero que Deus me dê sorte,
Olhando assim de lado,
Vejo uma oficina de carro,
Poupando sabedoria,
Pena que me parece,
A oficina que a vizinha,
Apontado a travessia,
Via de longe com agonia,
O lugar que eu vivia,
Uma tragédia em via,
Parecia um desmonte,
Na oficina  do desmanche,
De carro roubado,
Todo dia.

Curva

Com A escrevo amor!
Com E confirmo,
Com I invento,
Com O olho meu redor!
Com U risco a curva,
Curva ,
Que me leva a esse amor,
Amor que rabisquei,
 Inventei e  desenhei,
Esse amor que circula,
Nas curvas da vida!
Curva, que me curva.
A seu amor também!

OS PINGOS E OS ZIZ! Cidadania poética: Marcas

OS PINGOS E OS ZIZ! Cidadania poética: Marcas: "Terra minha que me tem,Minha vida é pisar nela,Ela que vai me levando, E meu rastro desenhando,Nesse vai e vem, Nosso amor ..."

Convite

Não tem rima que defina,
O que  diz  a minha terra!
Nem calor ,
Que esquente tanto,
Como  lá na minha serra!
È por isto que convido ,
Você  minha paixão !
Vir pra cá de mala e cuia,
Passear pela caverna,
Por lá nosso amor encerra,
A agenda definida,
Sobre a paixão reprimida,
No passeio da caravela.