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terça-feira, 29 de março de 2011

Dúvida

Se eu soubesse, que plantando letrinhas
colheria POESIA. Plantaria um campo enorme de palavras...só pra colher um POETA.

CASTIGO CIGANO

Uma alma aprisionada
Na clausura da solidão
Escorre dos olhos uma lágrima
Escondida no coração.

Despediu-se do corpo um cristal
Que brilhava na dimensão
O anel que firmava
Laços de emoção.

Quebrou-se como vidro
Estilhaçando-se na parede dos sonhos
Como aalma cigana se foi
Levando consigo seu violão
E a música que acendia o fogo
Que encantava as rodas de lua cheia.

Vazio

Quanto abri a janela , logo vi uma luz, uma luz que ascendia e brilhava, continuei seguindo e seguia, e a luz acescendia por dentro, ascendia mas forte, derepente não era uma lua, não era o sol, não era um asteroide, era um lampião, daqueles que iluminava o salão, luz do  baile da minha terra, é só  andar para traz  e perguntar a memoria, ela registra e sabe direitinho, como é  essa   luz que não se apaga. 

O olhar

Vi um corpo eletrizado, uma alma exuberante, vi no olho meu delirio, no sorriso meu encanto, uma cortina na frente enfeitada de cetim, como se fosse uma nuvem, não era nada, era mesmo essa tela que não permitia meu olhar por fora só por dentro, mas prefiro olhar por dentro e ver por fora!