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domingo, 29 de maio de 2011

O balanço da rede

A rede que me balança,
Não é a  rede branca,
Que deito meus  sonhos,
Acordo meus desejos,
Repouso meu ser, 
Aporto meu saber lá  do Totoró,
A rede que me enlaça,
É a rede dessa praça,
Onde todo mundo passa,
Só alguns é que me abraça,
Nem querendo que desfaça,
Essa distancia não passa,
Ela é mesma é quem digita,
O caminho desse passo,
Fico aqui do outro lado,
Linkando meu mundo ao teu,
Fiando o que aconteceu?
Só te vejo vendo os dados,
Do teu lado prometeu,
O outro do meu agrado,
Continua encantado.
É muito dificil saber,
O que foi que aconteceu.

Tristeza

Me bateu uma tristeza, daquelas! do tamanho do mundo, não sei de qual  lado veio, nao sei quem deu o comando, nem pra onde vai me levar, só sei que estou um farrapo, feito mesmo um mulambo, meu coração que é perola, virou areia em garimpo, toda se desmanchando, se lá dentro vai ter ouro, ou mesmo anel de brilhante, sei lá o que vai ser! Tudo mexeu comigo, feito chumbo em guera fria, só sei que perdeu o rumo, competir não é meu ramo, disputar o meio do mundo, tem que aprender da cano, que se delata em sumo, meu coracao  que tem sangue, corre nas veias, transborda e não quer  parar,  o jeito é  fazer das pedras riacho pra agua andar ,  esse amor que me tomou,  sereno e  muito atrevido, ta no comando do meu ser, sem   jeito de transpirar, preciso encontrar caminho pra essa agua passar, lavar a alma e no rio me banhar, livre sem me afogar. 

sábado, 28 de maio de 2011

Deu no portal

Vou montar um jornalzinho,
Tudo bem profissional,
Meu pretexto é teu portal,
Vou imaginar você aqui,
Na minha linda Capital,
Que tu sejas nos teus brios,
Quando buscares a gloria,
Altivo nos desafios,
Mas humilde na vitoria,
Curtindo a alegria, 
E recebendo atento,
As belezas ao teu redor,
Na certeza de um alento,
Meu devaneio se solta,
E escuta, na voz do vento,
Tuas passadas em volta,
Escrevendo toda cena, 
Na tabuada do amor!
Vou mapear uma cena,
No corpo do litoral,
Recebendo uma prenda ,
No  pôr- do- sol potiguar,
No  Rio Potengi,
Bem na pedra do rosário,
No lugar que  é real,
Discreto, não tem igual,
É assim em Santos Reis.
Ave Maria de Gounod, 
Praieira,
(Serenata dos Pescadores),
Poema de Othoniel Menezes,
E Trenzinho Caipira, é  Vila Lobos. 
Toda terça e quarta-feira,
Tem inicio ao entardecer,
É cultura pra se ver,
Na cidade Potiguar,
Pode  ser passeio de barco,
Poeticamente correto,
Para inspirar os artistas,
E embriagar os poetas,
Um lindo cartão postal,
Só o mundo é um rival,
Nas mãos  que se revela,
Na  subtileza da musica,
  No abraço num passeio,
Invadindo suas margens,
Nesse presente de Deus,
Na boca do do Rio Potengi,
No encontro do céu com o oceano,
Meus cabelos,
Se enrosca tudo ao som do violino,
Meus olhos se vira em  sol,
Esse que vai seduzindo,
De pertinho a contemplar-te,
O rio  Beijando o mar,
Todo cheio de energia,
Prometido e afagado,
Embebido  de magia,
Duvido não acalmar.
O coração  que pulsar,
Com a noite,
A  beleza do seu dia,
É um convite do dia,
Mas... te  aconselho a ficar,
 Que venha, mas ...venha,
De mala e cuia!
Esse nó que nos enlaça, 
 O destino que desfaça,
Esse sol abraçando o rio,
Que se encontra com o mar,
Não tem como disfarçar!


sexta-feira, 27 de maio de 2011

Combinado!

Eu começo com a lettra C,
Tu me traz  somente o A,
Peço aos meus amigos,
Para me escrver um R,
Recorto o L,
Pinto O,
Desenho o S,
Depois juntarei todas,
Monto um quebra cabeça,
Faço um joguinho infantil,
Um jogo bem artezanal,
Veja como é legal,
 Esse jogral?
Com C escrevo carinho,
Com A escrevo amor
Isso é uma Rotina, 
Olhar a Lua la em cima,
Namorando  O  por do sol,
Que vem do pico Saindo,
Enfeitando  e dando sinal,
Feito bola de cristal,
Parecendo um combinado,
Numa noite de Natal.

Será?

Quem é este radiante,
Quem é este menestrel,
Que espalha esperaça,
E transforma sal em mel,
Quem é esse  que penetra,
No mundo como um jornal,
Invade meu patanal,
Feito passaro no quintal .

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Um aceno


Não sei o que aconteceu, fui remar em aguas profundas,  mas na rasa  afundei,  era  clara e naveguei , também avistei a  barrenta e quase tudo enfrentei, mergulhei em alto mar, e foi la que me encontrei,  mas de longe um barquinho,  tinha  um lenço  e  um aceno,  foi isso que me conteu,  voltei leve como uma pena , por  lá avistei uma tenda,  foi por causa dessa cena que ao  porto fui sem venda, pensei : essa vai ser minha pena,  nos meus olhos só tem uma prenda, seu sorriso!  esse  traga -me sem pena. Se guerreiro, ou  dragão só sei que invade a cena, eu sempre muito serena, nunca esqueço do  tema, o carinho e o poema que me traz de volta a tenda. EU pescadora,  me entenda,  não me rendo a este mar, o mar ficou pra remar, vou amar o mar e amar.

terça-feira, 24 de maio de 2011

O feitiço e o encanto

Um certo dia  veio de  lugares bem distante, uns  inocentes,  os dois eram feitos do encantamento,   passavam sempre  no mesmo lugar, se olhavam de longe,  um dia  resolveram conviver no mesmo espaço, era um belo castelo . Bela que havia chegado  e se encantado com o lugar, convidou a Fera para curtir a vida no mesmo castelo, os criados e a corte não entendia, tinha bruxas, rainha e príncipes , tinha uma rainha cheia de misterios,  não entendia o que acontecia com aqueles inocentes ,resolveu fazer um feitiço para desfazer essa confusão e.. tentava, tentava, ela não sabia que a bela teria prometido um beijo a fera, para que ele  desencantasse para ela, eles eram felizes, gostavam de livros e poesias, curtiam a natureza,  amavam a liberdade, pareciam se amar, ninguém sabia que o encanto só poderia ser desfeito se eles fossem beijados por outra pessoa, sem perceber a fera foi beijada por uma princesa e se encantou , a bela quase morre de saudade, caída nos cantos, não sabia mais viver , era sabido do seu amor pela fera,  resolveu ir a procura do seu amor e lembrou  do beijo, ela precisava de alguém para  desfazer o feitiço...foi ao jardim e havia lá uma fruta chamada amor,  diziam  que quem comer dela desfaz qualquer feitiço , e foi assim que a fera desencantou, encontrando a bela quase morta, desabonada  pela sua ausência, já se sentindo feia,  ao ser beijada pela fera ficou sabendo que era amada,  e pensou : a verdadeira beleza esta no coração pensou Bela, assim ficaram no mundo da fantasia muito tempo, saindo num passe de magica para viver  com o beijo do  encanto..

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Amor inocente

Amor inocente é demente, não ver  amor recente, decente, pertinente, é invasor, abrubto, transcedente, invade agente, se solta por dentro e grita diferente, inocente  nasce e já vai crescendo, não mente, fica retido nas arterias fervente, amo ser esse amor inocente, que te traz pra perto, que mexe com  coração e mente, doce amor de momento, provocados pelo tempo, lagrimas de saudade, olhos de espera, sonhos estrelados denunciados, sonhos abençoados, meu sonho é você, o mundo desabe, as estrelas podem cair, o sol respirar de outro lado sem fim, a lua escurecer a noite pra mim, as flores se despetalar, as folhas cairem , o mundo  se acabar, desabar, só não pode acabar esse amor sem fim, esse amor doce , esse amor bem querer, que derrete meu querer, que não pretende te perder, amor inocente meu bem, meu querer vc pra mim, Inocente amar assim.

olhos do amanhecer

Olhos do dia, vitrine de outra via,   traga luz, ilumine a trilha que desvia dessa luz, corpo que se joga e se apropria, chega a noite forjando outro dia,  outro rosto pintado, uma tela  vivida, colorida,  outro tema,  sopro de vida, vivida,   dramatizado  palco de todo dia,  o amanhã que  chama, que clama ,  reclama, que sacode o universo, balança a alma   e estiliza  o ser,   canta o amanhecer , eu e vc, eu só sem vc, vc era eu, eu ...pensei era mesmo vcMeu outro dia me deixa ser e renascer neste amanhecer.

domingo, 22 de maio de 2011

A metade

Um passeio no jardim que plantei,
No lugar que aqui deixei,
Um jardim que encontrei,
Um jardim oferecido,
Um jardim que me tem,
Um jardim apenas...
Um jardim sem fim,
Com poemas floridos,
Um brinde de vinho TimTim ,
Com flores pra mim,
 Minha flor de jasmim,
 Flores pra meu beija flor,
Flores de todas as cores,
Muitas flores ,
Flores que me encantei,
Flores que nunca pensei,
Flores que daqui olhei,
Flores que sem ver me apaxonei,
Flores que jorra beleza e pefume,
Flores do perfume que ganhei,
Flores em palvras poemadas,
Palavras perfumadas,
 No tapete que pisei,
Um tapete colorido,
Um tapete  bem lilás,
Flores do meu jambo que cresceu,
Na foto que registrei,
Foto de imagens marcadas,
 Era espinhos e na roseira me marquei,
Espinhos que perfuravam ,
Que rasgou um coração torurado,
 E fez sofrer,
 Espinho da saudade,
 Espinho dos amores ausentados,
 Espinho que nem vi mas  marcaram ,
 Espinho espetado,
  Espinhos entre  rosas,
  Espinhos do  silencio,
 Teu silencio que quero ouvir,
Os espinhos do teu querer,
Os espinho do viver,
Espinhos  que arranquei,
Espinhos daqui, dalí ,
Espinhos do meu jardim,
Meu jardim...apenas,
Metade de mim é flores,
 A outra metade jasmim,
Sou sempre assim,
Metade de mim cala, metade grita ,
Metade é cansaço, metade um vulcão,
Metade adormecida no teu sonho,
Metade acorda a madrugada por ti,
Um jardim de flôr e espinho.
Um jardim poemado,
Com tapete de cetim,
Feito de amor  assim.
Uma  roseira colorida,
Com espinho e perfume,
Meu jardim de primavera.
O jardim do bem te vi.
Meu jardim é meu passeio,
Vou ti curtir mesmo assim.
Molhar meus pés,
E sentir  nas gotas da tua lagrima,
No orvalho da brisa que sorir no amanhecer.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Deu vontade de voar

  
Eu  vi um Bem -te -vi cantar,  ele cantarolava  para mim, é só olhar e verás ele dizer assim: Bem- te -viiiiiiiiiiiiiiiiii

MEU DIA NASCE ASSIM
Aqui  no meu pé de jambo,
Sua fruta eu como e lambo,
Tem lá   um despertador,
Namaste,
O deus que habita em mim,
É o deus que habita  em você,
Sinonimo de mim,
Desperta o amor, em fim,
Me acorda e me entrega o sol,
Todo dia cantarola pra mim,
De as asas abertas fazendo chamim,
Bem- bem, bem- te -vi,
MEU DIA NASCE ASSIM,
Um certo dia  só ,
No outro com meu xodó,
Mas que dia xororó!,
ACORDEI, o dia acordava,
Era o sol que me guiava,
E o bem te vi  anunciava,
Bem assim,
O dia tinha uma luz,
Uma luz que irradia pra mim,
Indicando um jasmim,
Jogando um cheiro sem fim,
Foi assim,
Passei no meu jardim,
Colhi flores,
Escutei o chamado bicho do amor,
Meu bem-te-vi,
Seu encanto é igual o menestrel,
Sempre assim,
Meu trovador  errante,
Saindo da corte, 
Jogou-se na sorte,
Sua boca pinga mel!
O seu canto é meu trofeu,
Fico leve,
Chego a sonhar,
Que um dia  voarei até o céu.

sábado, 14 de maio de 2011

As entrelinhas

 Fiando uma teia nas entrelinha da vida, fui segurando o fio e dando nó, fui deixando  arrumadinha  feito  ponto rococó, seu desenho parecia   aranha no seu filó, fui amarrando os pontinhos e pensando meu luar, em cada ponto seu olhar, na menina dos seus olhos, fui costurando uma gravata, pra laçar o teu amor, dei um laço e no embaraço desatou um desabafo, quase perco meu amor!

Poetando com Carlinhos do Bento: OPOSTOS

Poetando com Carlinhos do Bento: OPOSTOS: "As vezes eu sou noite...tu és dia. Não adianta esconder Te procuro não encontro Dentro de meu viver. As vezes eu sou Terra...tu és mar...."

Poetando com Carlinhos do Bento: DÚVIDA de Silva Maria do Carmo.

Poetando com Carlinhos do Bento: DÚVIDA de Silva Maria do Carmo.: "Se eu soubesse, que plantando letrinhas colheria POESIA. Plantaria um campo enorme de palavras...só pra colher um POETA."

terça-feira, 10 de maio de 2011

O poeta fingidor

O poeta é um fingidor ,engana o coração e o amor, finge que ama, finge que é amor,  se esconde na velocidade do disco voador, e aterriza com as dobras do amor!

Poetando com Carlinhos do Bento: POETISA/PASSARINHO http://ospingosnosis.blogspot.c...

Poetando com Carlinhos do Bento: POETISA/PASSARINHO http://ospingosnosis.blogspot.c...: "Sou Poetisa amante dos pássaros Me inspira sentí-los cantar Anunciando e decodificando O que quero interpretar. Com eles aprendo o que ..."

segunda-feira, 9 de maio de 2011

A sua doçura

Poeta Francisco Cândido

A sua doçura

Você é Carmo, um nome de origem hebraica,
Que significa amável, expressiva, serena...
Tem comportamento de uma pessoa laica.
Tudo isso, e mais, ela é a minha morena.                

Ama o ético, a moral e na política é critica,           
Tem uma consciência do coletivo, é cidadã
Ama a vida vivida, sofrida, amada, é poética,
Sonha com a aurora de um novo amanhã.

Um amanhã cidadão, feito de esperança
Tecido no coletivo com fios de algodão mocó,
Assim, com tanto amor, a esperança não dança
E em ti, amor, a sorte jamais será cotó.

Ela tem a doçura de uma jabuticaba
Amada, idolatrada, é a minha Duca
A nossa amizade sincera não acaba,
Pois temos a competência de quem educa.

O invasor

Devagarinho sorrindo,
Sem modestia ele chegou,
Cheio de ternura,
Com olhar de anjo se  anunciou,
Com lisura seu poema penetrou,
Duvidei!
Exclamei!
Foi uma flechada,
Que Sao Jorge enviou!
Acentuei,
Não era anjo,
Não era arcanjo,
Não era santo,
Não era nada diferente ,
Não era apenas amor,
Era um invasor,
Feito  abelha na comeia!
Foi chegando e se infiltrou,
Cheio de mel,
Adocicado,
Ferruando  coraçao,
Feito abelha numa flor!
Nao sei, nao sei,
De onde vem tanto amor!

sábado, 7 de maio de 2011

O fim sem fim

Bom dia sem fragmentos, bom dia inteiro e vibrante , bom dia com vinte e quatro horas, todo enfeitado, feito do molejo da baiana da Bahia, com colares coloridos,  batuque  e musica tim,tim, tudo arrumadim, feito festa  do dia de Cassia, a Santa Rita que o povo ama  aqui , tão grande que parece  foquete, rarefeito dos  astros , aqueles que nem se sabe seu fim. Esse bom dia hoje, tem endereço e tem  fim, ninquem sabe por que esse dia, é tão especial assim, só eu sei que dia é esse ,que registro e deixo aqui, esse dia não é meu, mas de mim  partiu  e com um fim, aterrizando no seu aeroporto,  te via passar por mim , cheio de  poder, poder de receber e doar,  de se transformar pra mim, fazer  um dia  assim,  brilhante como  raios de sol daqui,  com a boniteza das flores em jardim na primavera,  brilhante  como noite em  reveillon. Esse dia é pra você  meus amores, neste  dia  chamado hoje, um dia da treavessia do fim sem fim.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

palavrariando

Uma loucura  sem ser de doida,
Me invade,  me consome e me invaidece,
Toma conta do meu ser,
É isso que sou, uma loucura,
Não sei quem sou e nao sabendo,
Me perco em mim,
E fico me procurando,
Não encontro nimguém dentro de mim, só eu,
E meus amores,
E de repente esstou cheia de mim,
Sem espaço,
Não sou o que sou,
E fico catando amor,
Catando calor,
Catando meus poemas,
Vou em Cassia, entro em Cecilia,
Dialogo com Flor bela,
Escuto Clarice,
Leio Quitana,
Compro Cordel,
Me inspiro nos poetas,
Faço verso sem rima e canto a poesia,
Sou essa lloucura boa, atoa.
Loucura que ecoa,
Sou apenas o que penso,
E pensando sou, o que nao sou.
Mas serei sempre uma loucura,
Desgovernada, desenfreiada, silenciosa,
Apaixonada, pela vida,
Pelas flores e pelo outro,
Por mim e pelas aguas,
Pelos rios que flui na correnteza,
Pela ponte que me traz a travessia,
Travessia que me leva  até mim ,
Me leva ao outro, eu dentro e fora de mim,
Sou apaixonada pelo canto do passaro,
Pelo ben-te -vi que me acorda,
Que me acompanha no ritmo do dia,
No chiado das folhas sinto enloquecer-me
Misericordia ao vento te peço,
Não sei por que que derruba petalas,
Petalas onde quero me agarrar,
Petalas que agarradas sao lindas ,
Lindas como sao teu poemar.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Totoró

Pesquisei no Totorö.
Tela Adriano Santos
As coisas belas de lá,
Encontrei pedra falando,
Sino tocando,
Anunciando o lugar,
Convidando toda gente,
A fazer trilha e caminhar,
La de cima acenar,
Ao povo que ama seu pomar,
Pois tem a  pedra do caju pra admirar,,
Tem pedra do sino a tocar,
Tem muita  riqueza enterrada, 
Lá tem Botijas pra arrancar,
Continuo a pesquisar,
Me sinto  essa pedra desenhada,
Igualzino um altar para estudar,
As  serpente do seu imaginar,
Me disseram que elas continuam  nesse altar,
E o ET que passou a impressionar,
As historias de encanto
Da vida  dos seus viventes,
Do passado temente,
De gente que ficou  lá,
Das coias do lugar,
Da carranca,
Das Botijas,
Das inscriçoes marcadas pra registrar,
A passagem de outro povo,
Que arribou, mas escreveram na rocha,
Como escritor de alá.
Totoró é meu lugar,
Que me inspira como  amar.
Esse lugar tem pedra,
Que é cajú pra chupar,
E no açude acampar,
Pense um lugar bonito pra se amar!

terça-feira, 3 de maio de 2011

Amareando

Na frente da minha casa,
Tem um pé de aroeira,
Remedio pra roedeira,
Foi assim que aprendi,
Não perder amor nem por dinheiro,
Amor perdido nem feitiço,
Dá roteiro.
E eu que nao sou besta,
Prefiro seduzir ele,
Pra nao tomar aroeira.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Cá em nós!

Lá na praia do forte,
No coração do Nordeste,
O dia é ensolarado,
Ainda tem forró animado,

Tem Iemanjá,
Vestida como sereia,
Tem tudo de belo
No porto,,
Tem o sorriso no mar,
Mas é certo que Iemanjá,
Abre os braços pra te amar.

Meu sol

O sol que brilha distante,
É o sol que me traz luz,
O sol que todo dia me seduz,
O sol que desencanta fora de mim,
E que por mim reluz,
É  o  mesmo sol que se traduz,
Numa grande trincheira que produz,
As alegrias do meu ser ,
Seja ele poente ou nascente,
Minha energia  nasce todo dia,
Com esse sol nascente e quente,
Que queima sempre,
Que irradia na mente,
Surge de repente,
Alimenta o corpo,
Que a terra pertence,
Como rei  domina bem ,
Ardente, vermelho e vibrante.