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sábado, 23 de abril de 2011

Ao despertar do dia

Era quase meio dia,
Quando via e muito lia,
Via uma casinha branca,
Um cavalo e uma princesa,
Coisa de poesia,
Via flores muito belas,
Via a felicidade na tela,
Via um cavalo possante,
Vi a vida nessa tela,
Eu por dentro como vela,
 Muito  distante da tela ,
Via um caminho na alma,
Via  pés nele passando,
 Vaga-lume alumiando,
Eu  via tudo  distante,
Desse olhar aconchegante,
Na mesma tela que vi,
A minha casinha bastante,
Li coisas apaixonante ,
Acordei de um pesadelo,
Do destino verdadeiro,
Lendo o mundo derradeiro,
Li coisas de feiticeiro,
Li poemas o tempo inteiro,
Li o baralho da vida,
Li meu destino no lenço,
O desembaraço do tempo,
O  tempo que  trazia ,
 Nas cartas o rei que dizia,
A espada traz de volta,
A carta  que me dá sorte,
Nesse Jogo de ler  carta,
Do destino ou da sorte.
Vou grifando meu aporte.
Pra  ter nele  meu suporte,
Pra viver como na sorte.

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