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quarta-feira, 25 de maio de 2011

Um aceno


Não sei o que aconteceu, fui remar em aguas profundas,  mas na rasa  afundei,  era  clara e naveguei , também avistei a  barrenta e quase tudo enfrentei, mergulhei em alto mar, e foi la que me encontrei,  mas de longe um barquinho,  tinha  um lenço  e  um aceno,  foi isso que me conteu,  voltei leve como uma pena , por  lá avistei uma tenda,  foi por causa dessa cena que ao  porto fui sem venda, pensei : essa vai ser minha pena,  nos meus olhos só tem uma prenda, seu sorriso!  esse  traga -me sem pena. Se guerreiro, ou  dragão só sei que invade a cena, eu sempre muito serena, nunca esqueço do  tema, o carinho e o poema que me traz de volta a tenda. EU pescadora,  me entenda,  não me rendo a este mar, o mar ficou pra remar, vou amar o mar e amar.