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sexta-feira, 27 de março de 2015

Orvalho em gotas

Senti a gota do orvalho ,
Pingos de chuva sentida,
Molhando o corpo da alma,
Roupa no corpo pregada,
Braços entrelaçados.

quarta-feira, 25 de março de 2015

Teus olhos

Foi na porta dos teus olhos,
Que encontrei um sorriso de passarinho,
 Doce como amora,
Vasto como os campos verdes de outrora,
Corrente feito os rios da vida,
Aparece nos olhos  adormecido,
São sonhos acordado; sorrindo,indo.

sábado, 21 de março de 2015

ô de fora !

O mundo desabitado em mim,
 Foi invadido , lá mora sonhos,
Desejos e amores sem fim,
Esse mundo tomado,
É um mundo fora de mim,
Que é dono de mim.

sábado, 14 de março de 2015

A janela secreta



Um trovão; e vários raios em pleno verão atravessam o arco iris do céu dos meus sonhos, um dos raios caiu bem embaixo dos meus pés, arrancou a arvore onde tinha sombra, fiquei no sol, ai como é quente esse sol do meu mundo ,arde feito pimenta em grande dosagem. Ainda bem que só meus sonhos navegam, ainda vivo e vivendo estou livre para ver as folhas voarem pelas brechas da minha janela.

sexta-feira, 13 de março de 2015

Via láctea

Via láctea
Me joguei nos braços de uma estrela, 
Resplandescente e brilhante,
Brilho que reluz no arco-iris,
Lilás, azul, cor de anil...
Poesia, corpo desnudo,
Me vista de luz.

quinta-feira, 5 de março de 2015

poeti-amo


Viver
Se um dia o vento soprar as folhas dos seus sonhos,
E espatifar seu poema,
Sinta a brisa do mar colado nos pés da vida,
Pergunte a lua cheia o que fazer com seu coração,
Marque um encontro com sua alegria na lua nova,
E faça um cordão de letras para enganar a poesia,
Se mande no mundo da emoção,
Cantarolando a musica do amanhecer,
Que o galo canta no pingo do meio dia,
Anunciando a Ave Maria do amor,
Do Carmo

Surpresa
Quando você pensa que nada existe,
È por que não existe o nada,
Você nada em águas profundas,
Por que não aconteceu;
E continua nadando em busca de águas claras,
E fundas; em busca de um coliseu.
 Do Carmo

Amantes
Olhos que são só meus,
Onde tu pisca sonhos de hebreus,
Vem piscar em meu terreno,
Ou   alugo um sono teu.


 Do Carmo